Quando dormes
E te esqueces
O que vês?
Tu quem és?
Quando eu voltar
O que vais dizer?
Vou sentar no meu lugar
Adeus
Nao afastes os teus olhos dos meus
Isolar para sempre este tempo
É tudo o que tenho para dar
Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar
Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Eu vou agarrar este tempo
Eu vou, vou conseguir para-lo
Vou conseguir para-lo
Vou conseguir
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
Eu vou conseguir para-lo
Eu vou conseguir guarda-lo
Eu vou conseguir ficar
David Fonseca
O blog das generalidades, da banalidades, das eventualidades e da musicalidade da vida...
quarta-feira
terça-feira
Não te esqueças... vais lembrar-te desse filme quando, daqui a uns anos, abrires o jornal e vires exactamente o que te acabei de relatar. Por mais absurdo que pareça... Vais abrir o jornal, experimentar aquela sensação de déjá vu, e pensar, ela tinha razão!
Vai acontecer, sei que vai. Há coisas que sei, não as sei explicar, sei apenas que sei. Acredito nelas. Elas acontecem. Sabes que sim!
Não vai ser excepção!
Crix
domingo
Cúmplices
A noite vem às vezes tão perdida
e quase nada parece bater certo
há qualquer coisa em nós
inquieta e ferida
e tudo que era fundo fica perto
nem sempre o chão da alma é seguro
nem sempre o tempo cura qualquer dor
e o sabor a fim do mar que vem do escuro
é tantas vezes o que resta do calor
se fosse a tua pele
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho...
trocamos as palavras mais escondidas
que só a noite arranca sem doer
seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer....
fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro do deserto
olhar onde a distância nunca acalma
esperando o que vier de peito aberto
se fosse a tua pele
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho....
Mafalda Veiga
e quase nada parece bater certo
há qualquer coisa em nós
inquieta e ferida
e tudo que era fundo fica perto
nem sempre o chão da alma é seguro
nem sempre o tempo cura qualquer dor
e o sabor a fim do mar que vem do escuro
é tantas vezes o que resta do calor
se fosse a tua pele
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho...
trocamos as palavras mais escondidas
que só a noite arranca sem doer
seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer....
fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro do deserto
olhar onde a distância nunca acalma
esperando o que vier de peito aberto
se fosse a tua pele
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho....
Mafalda Veiga
quarta-feira
Mais uma que exprime tão docilmente a minha vida neste momento...
...revejo-me....
Something always brings me back to you. It never takes too long.No matter what I say or do I'll still feel you here 'til the moment I'm gone
You hold me without touch. You keep me without chains.I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your rain.
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
You loved me 'cause I'm fragile. When I thought that I was strong.But you touch me for a little while and all my fragile strength is gone.
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
I live here on my knees as I try to make you see that you're everything I think I need here on the ground. But you're neither friend nor foe though I can't seem to let you go. The one thing that I still know is that you're keeping me down.
You’re on to me, you’re on to me and all over…Something always brings me back to you. It never takes too long.
Gravity, Sara Bareilles
...revejo-me....
Something always brings me back to you. It never takes too long.No matter what I say or do I'll still feel you here 'til the moment I'm gone
You hold me without touch. You keep me without chains.I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your rain.
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
You loved me 'cause I'm fragile. When I thought that I was strong.But you touch me for a little while and all my fragile strength is gone.
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
I live here on my knees as I try to make you see that you're everything I think I need here on the ground. But you're neither friend nor foe though I can't seem to let you go. The one thing that I still know is that you're keeping me down.
You’re on to me, you’re on to me and all over…Something always brings me back to you. It never takes too long.
Gravity, Sara Bareilles
sexta-feira
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
quinta-feira
Eu já não sei
Engraçado como nos revemos, em certas alturas das nossas vidas, naquilo que outros, que estão tão distantes de nós, escrevem. Esta música em particular, cantada pela voz tão caracteristícamente quente do meu querido conterrâneo, António Zambujo, tem tudo a ver nesta altura do campeonato, não é?....
Eu já não sei
Se fiz bem ou se fiz mal
Em pôr um ponto final
Na minha paixão ardente
Eu já não sei
Porque quem sofre de amor
A cantar sofre melhor
As mágoas que o peito sente
Quando te vejo e em sonhos sigo os teus passos
Sinto o desejo de me lançar nos teus braços
Tenho vontade de te dizer frente a frente
Quanta saudade há do teu amor ausente
Num louco anseio, lembrando o que já chorei
Se te amo ou se te odeio
Eu já não sei
Eu já não sei
Sorrir como então sorria
Quando em lindos sonhos via
A tua adorada imagem
Eu já não sei
Se deva ou não deva querer-te
Pois quero às vezes esquecer-te
Quero, mas não tenho coragem
Domingos Gonçalves Costa / Carlos Rocha
Se fiz bem ou se fiz mal
Em pôr um ponto final
Na minha paixão ardente
Eu já não sei
Porque quem sofre de amor
A cantar sofre melhor
As mágoas que o peito sente
Quando te vejo e em sonhos sigo os teus passos
Sinto o desejo de me lançar nos teus braços
Tenho vontade de te dizer frente a frente
Quanta saudade há do teu amor ausente
Num louco anseio, lembrando o que já chorei
Se te amo ou se te odeio
Eu já não sei
Eu já não sei
Sorrir como então sorria
Quando em lindos sonhos via
A tua adorada imagem
Eu já não sei
Se deva ou não deva querer-te
Pois quero às vezes esquecer-te
Quero, mas não tenho coragem
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